Associações apresentam diretrizes do Programa Algodão Brasileiro Responsável

Durante o evento realizado na noite desta quarta-feira (18.12), no Hotel Saint Louis em Luís Eduardo Magalhães (BA), a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), apresentaram as diretrizes do Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) para a safra 2013/14 e prestaram homenagem ao secretário da Agricultura, Eduardo Salles.
 
O ABR visa unificar o protocolo de certificação de sustentabilidade na produção de algodão no Brasil, englobando ações nos três pilares: ambiental, social e econômico.  De acordo com o Coordenador de Sustentabilidade da Abrapa, Denilson Gualbero, a novidade desta safra é o estudo de benchmarking que indicou a união dos protocolos ABR e BCI (Better Cotton Initiative).

“O produtor pode optar por obter o licenciamento BCI somente na hora da adesão. Uma das vantagens é o acesso facilitado a novos nichos de mercado, os produtores participantes do Programa ABR e licenciamento BCI recebem outros benefícios a longo, médio e curto prazo”, disse Denilson.  Implantado na Bahia pela Abapa, com a coordenação da Abrapa, o ABR tem o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).
 
Homenagem ao secretário da Agricultura, Eduardo Salles
 
Na ocasião, o secretário da Agricultura Eduardo Salles, recebeu a homenagem da Abrapa e Abapa, motivada pela atuação nas tratativas políticas para o combate da Helicoverpa armigera. As placas de homenagem foram entregues pelo vice-presidente da Abrapa, Paulo Shimohira e pela presidente da Abapa, Isabel da Cunha.
 
Paulo Shimohira ressaltou a  dedicação do secretário na busca de alternativas e soluções para problemas sérios, como foi o surgimento da Helicoverpa nas lavouras baianas e que  a compreensão da gravidade da situação e do senso de urgência, foram fundamentais para que medidas importantes fossem tomadas.
 
“Destacamos a decretação da emergência fitossanitária, iniciada pela Bahia, servindo de exemplo para os outros estados afetados por essa terrível praga. A luta para a aprovação do Benzoato de Emamectina, também em caráter emergencial, e todos os entraves enfrentados pela burocracia que emperra o funcionamento adequado dos órgãos governamentais, foi um exemplo marcante de competência e determinação. A Abrapa está honrada em prestar essa merecida homenagem ao secretário, Eduardo Salles”, disse Shimohira.
 
A presidente da Abapa, Isabel da Cunha destacou o excelente trabalho prestado em prol do desenvolvimento e fortalecimento do algodão no Estado da Bahia. “Agradecemos o empenho do secretário nas questões relacionadas ao combate da Helicoverpa armigera. Sempre que solicitamos fomos atendidos e diante de tantas contribuições, ele tornou-se um amigo dos agricultores. O Brasil precisa de mais homens sonhadores e realizadores como o Eduardo”, disse Isabel.
 
O homenageado da noite, Eduardo Salles, agradeceu emocionado. “É uma grande honra receber essa homenagem de duas entidades tão importantes para o desenvolvimento do agronegócio na Bahia e no Brasil, sobretudo, para quem atua na gestão pública. Este é um momento muito importante na minha vida, depois de três anos e meio a frente da Seagri me sinto gratificado e, sem dúvida, continuarei lutando ao lado dos agricultores para que juntos possamos vencer os desafios”, disse Eduardo.
 
Ao final da solenidade foram entregues aos produtores os certificados de Responsabilidade Social da Campanha SOS Seca, que através das doações  ajudou a atenuar os efeitos da grande seca que atingiu os municípios da Bahia, beneficiando os pequenos criadores e agricultores familiares.
Autoridades – Estiveram presentes também o 1º vice-presidente da Abrapa e diretor da Abapa,
 
João Carlos Jacobsen, o presidente da Aiba, Júlio Busato, o prefeito de São Desidério, Demir Barbosa, o diretor de Defesa Sanitária da ADAB, Armando Sá Nascimento, o secretário de Agricultura de Luís Eduardo Magalhães, Renato Faedo, que representou o prefeito Humberto Santa Cruz e o presidente do Sindicato Rural de Luís Eduardo, Vanir Koll.

 

Jornal Nova Fronteira..

Helicoverpa armigera vira história em quadrinhos em iniciativa da FMC para reforçar o manejo

Feromônio Plato para Helicoverpa armigera já obteve cadastro nos Estados da Bahia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Maranhão e está disponível para compra pelos Revendedores da companhia.
 
Para explicar de maneira mais prática e visual a utilização e especificações técnicas do Feromônio Plato para  Helicoverpa armigera, distribuído pela a FMC, criou uma história em quadrinhos chamada “FMC em Identificando o Inimigo”. A saga conta o passo a passo da utilização da mais nova solução tecnológica para o produtor com orientações de manejo, perguntas e respostas do produto e identificação desta lagarta que já causou prejuízos enormes nas lavouras de todo o País.  O feromônio Plato para  Helicoverpa armigera, já obteve cadastro nos estados da Bahia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Maranhão e está disponível para compra pelos revendedores da empresa.

Brasil oferece curso de algodão para profissionais Africanos

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil (MRE) em parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFLA), Instituto Brasileiro de Algodão (IBA) e a Fundação de Desenvolvimento Científico e Cultural (FUNDECC) ofertarão em março de 2014, um curso de aperfeiçoamento na Cultura do Algodão, em um total de 360 horas com aulas teóricas e práticas, viagens e seminários técnicos, distribuídos em 4 meses de atividades, para 30 profissionais africanos dos países de Angola, Cabo Verde, Moçambique e são Tomé e Príncipe.

Os profissionais receberão bolsa de estudos mensal individual, no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais), além das passagens aéreas, seguro viagem e custeio das despesas de hospedagem e alimentação.

 
O período de inscrições inicia-se em 13 de janeiro de 2014 e para mais informações acesse o site: http://oleo.ufla.br/algodão, pelo email: cursoalgodao@dag.ufla.br ou pelo facebook:https://www.facebook.com/pages/Curso-de-Algodão-no-Brasil/602851219784168.

 

Agrolink com informações de assessoria

Oeste baiano espera produzir quase 9 mi/t de grãos e fibras na safra 2013/14

O Oeste da Bahia espera produzir mais de 8,7 milhões de toneladas de grãos e fibras na safra 2013/14. Com a previsão de chuvas regulares e a utilização de alta tecnologia no campo, o Oeste da Bahia espera colher 8,7 milhões de toneladas na safra 2013/14. A previsão foi feita pelo conselho técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), juntamente com entidades e empresas do setor, na última quinta-feira (19.12).

Apesar da safra de soja ter sido iniciada com atraso devido à estiagem, o plantio da cultura atingiu 98% até a presente data. A área plantada foi acrescida em 4,4%, ampliando a produtividade em 61,7%.

O plantio do milho foi encerrado, com uma ampliação de área de 6,9% e previsão de produtividade superior a 31%. Maior destaque vai para o algodão, que na safra 2012/13 teve sua área plantada reduzida. Com cerca de 70% do plantio executado, a cultura teve um acréscimo de área de 20,3% e previsão de aumento na produtividade de aproximadamente 41%.

A Helicoverpa foi identificada pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) na maior parte das lavouras de soja da região, porém com bons níveis de controle. Apesar do contexto positivo, os produtores estão sendo informados sobre os procedimentos do Programa Fitossanitário para o Oeste da Bahia visando o manejo da praga.

Segundo o presidente da Aiba, Júlio Cézar Busato, “o cenário está propicio para a recuperação da produtividade que a região sempre apresentou, antes do período de estiagem”.

 

Agrolink com informações de assessoria

Diretor da OMC espera entendimento entre Brasil e EUA no caso do algodão

O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, declarou nesta quinta-feira (19.12) esperar um entendimento entre Brasil e Estados Unidos sobre o contencioso do algodão. O Brasil obteve decisão favorável na OMC em relação aos subsídios concedidos pelos Estados Unidos ao produto. Posteriormente, fez acordo com os norte-americanos para pagamento anual de US$ 147 milhões ao Instituto Brasileiro do Algodão. Desde setembro deste ano, no entanto, os EUA suspenderam os repasses alegando cortes automáticos no orçamento.

Nesta quarta-feira (18.12), o Brasil decidiu que abrirá consulta pública sobre retaliação no âmbito da propriedade intelectual, a partir de 2 de janeiro.

“Minha expectativa é que as partes continuem negociando, para evitar medidas que possam restringir ou distorcer o comércio bilateral”, declarou Azevêdo, em coletiva de imprensa concedida após se reunir com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade. De acordo com ele, o caso envolvendo Brasil e EUA é uma exceção. “Um percentual de 90% dos contenciosos abertos na OMC resultam em implementação das soluções do órgão de solução de controvérsias. Só 10% são como o caso do algodão, em que as partes não chegaram a um desfecho mutuamente satisfatório”, destacou.

A CNI divulgou uma nota nesta quinta-feira comentando a decisão de abertura da consulta pública. Para a entidade, a iniciativa “resguarda os direitos do Brasil na OMC, permite ao governo brasileiro e à indústria avaliar os impactos da retaliação para o país e concede aos EUA mais dois meses para cumprir com suas obrigações”. As partes interessadas poderão manifestar-se na consulta pública até 31 de janeiro, e a decisão final sobre uma eventual retaliação só será anunciada ao fim de fevereiro, quando forem encerradas análises feitas por um grupo de trabalho criado pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Na nota, a CNI argumentou que, apesar de a Casa Branca alegar que o Orçamento está bloqueado pelo Congresso, a fonte de recursos dos pagamentos ao Brasil não é o Orçamento público, e sim a agência de crédito Commodities Credit Corporation, a mesma usada pelo governo para subsidiar a produção agrícola dos EUA. “A CNI entende que o Executivo americano tem os recursos e os instrumentos para resolver o problema”, diz o comunicado. 

A entidade que representa a indústria defendeu ainda a aprovação da nova lei agrícola norte-americana (Farm Bill) como solução definitiva para a questão. A nova versão da legislação pode trazer o fim dos subsídios ao algodão, conforme determinação da OMC, e o encerramento do contencioso com o Brasil.

 

Agência Brasil
Autor: Mariana Branco

Em três anos, BRDE financia mais de R$ 1,2 bi para cooperativas do Paraná

A agência paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) financiou nos últimos três anos mais de R$ 1,2 bilhão para as cooperativas do Paraná. Somente neste ano, o valor financiado para o setor vai ultrapassar os R$ 600 milhões. Ao participar da abertura do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, o governador apresentou o desempenho do banco como uma das principais formas de apoio do governo estadual ao setor. Cerca de 1.500 pessoas participaram do evento 

Richa afirmou que o BRDE é um dos braços dos investimentos do Estado e que os créditos representam a confiança e o apoio do governo ao setor. “As cooperativas têm sido grandes parceiras para o desenvolvimento econômico e social do Paraná, porque geram riquezas e renda aos paranaenses e muitas oportunidades de trabalho”, afirmou Beto Richa. 

“O BRDE financia as cooperativas para que elas possam ampliar ainda mais as atividades. Ficamos orgulhosos de ver o crescimento das cooperativas paranaenses, setor que tem muitas potencialidades ainda e que nosso governo tem apoiado decisivamente, em todos os aspectos”, disse ele, ao lado do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas; do presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, e do secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, e do presidente do BRDE, Jorge Gomes Rosa Filho.

Richa disse que o cooperativismo paranaense é referência ao Brasil, pela facilidade de se renovar e se atualizar, com sabedoria para conciliar as novas tecnologias e as novas práticas industriais, comerciais e operacionais com a experiência das antigas gerações. 

O governador também destacou outras frentes de apoio ao setor, como os investimentos em obras de melhorias de estradas asfaltadas e rurais, o acompanhamento técnico por parte dos profissionais da Secretaria Estadual da Agricultura e a ampliação da capacidade de exportação do Porto de Paranaguá, que barateia e torna os produtos paranaenses mais competitivos.

“É uma diretriz do próprio governador apoiar nossas cooperativas com financiamentos e só temos a agradecer”, afirmou João Paulo Koslovski, presidente do Sistema Ocepar, que promove o encontro. “O relacionamento entre as cooperativas e o governo estadual tem se estreitado nos últimos anos, o que contribui para grandes conquistas ao setor”, afirmou Koslovski. Ele ressaltou o programa de calçamento e as Patrulhas do Campo, que recuperam as estradas rurais, consideradas pelas cooperativas como um dos gargalos logísticos.

LEI DAS MICROEMPRESAS – João Paulo Koslovski destacou também a criação da lei estadual da Micro e Pequena Empresa, sancionada pelo governador Beto Richa, em outubro. Segundo ele, a lei beneficia diretamente o setor, pois a maior parte dos produtores é classificada como de pequeno porte. “Tem um papel de destaque no cooperativismo, pois traz vantagens a nossos cooperados”, disse. Com a lei, as microempresas e empresas de pequeno porte passaram a contar com uma série de benefícios que incentivam o empreendedorismo, a inovação e a sustentação no mercado formal. 

COOPERATIVISMO – O faturamento das cooperativas paranaenses em 2013 deve ser de R$ 43 bilhões, crescimento de 12% em relação ao ano passado (R$ 38,5 bilhões). O número representa quase 20% do faturamento previsto para o setor no País, que será de aproximadamente R$ 210 bilhões, segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, o resultado representa a força do setor paranaense. “Espelha a grandeza, o fortalecimento e principalmente a profissionalização do cooperativismo aqui no Paraná. As cooperativas daqui tem um peso muito forte e são orgulho não só para o Paraná mais para o Brasil todo”.

O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, avalia que o cooperativismo paranaense tem uma forma diferente de organização, que deu certo. “Aqui, nossas cooperativas, seja qual for o setor, cresceram e se reciclam constantemente. É um setor que deu certo e se não fossem elas o Paraná teria muitas dificuldades”, afirmou o secretário.

No Paraná, as cooperativas são responsáveis por aproximadamente 56% do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário. O setor gera mais de 1,6 milhão de empregos e recolhe, anualmente, cerca de R$ 1,6 bilhão em impostos. 

OCEPAR – O Sistema Ocepar engloba 236 cooperativas registradas, que atuam em dez diferentes ramos (agropecuário, crédito, consumo, habitacional, educacional, infraestrutura, saúde, trabalho, transporte, turismo e lazer). A organização abrange mais de um milhão de cooperados.

Realizado desde 1992, o Encontro Estadual de Cooperativas Paranaenses é promovido pelo Sistema Ocepar anualmente, neste período do ano, para comemorar as conquistas e projetar o exercício para o próximo ano. Cerca de 1.500 pessoas participaram do evento, que contou com uma programação composta por palestras e apresentações artísticas.

Participaram da solenidade os secretários de Estado Reinhold Stephanes (Casa Civil), Fernanda Richa (Família e Desenvolvimento Social); o presidente da Codapar, Tino Staniszewski; a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; o senador Sérgio Souza; deputados federais e estaduais e a diretoria do Sistema Ocepar e demais autoridades.

 

Governo do Estado do Paraná

Bayer CropScience debate comunição com cooperativas agrícolas

Pelo segundo ano, empresa organiza seminário com a meta de reforçar a importância da comunicação para o setor
A Bayer CropScience reuniu profissionais de Comunicação de algumas das principais cooperativas agrícolas do Brasil para o 2º Encontro Bayer de Comunicação com Cooperativas Agrícolas. O evento ocorreu em Paulínia (SP), durante os dias 11 e 12 de dezembro, com o objetivo de promover a troca de informações e conhecimento sobre tendências, experiências do segmento da Comunicação.

Entre os palestrantes do evento estavam o jornalista Ricardo Voltolini, do Ideia Sustentável e um dos primeiros consultores em sustentabilidade empresarial no Brasil; Maurício Mansur, executivo da Avano Comunicação, com mais de 20 anos de atuação na área de Marketing e especialista em posicionamento de marcas no segmento do agronegócio; além de apresentações sobre Comunicação Integrada e Comunicação digital ministradas por Claudia Pires, Thiago Massari e Ian Castello, da agência S2 Publicom.

No segundo dia do encontro, o grupo participou de um tour pelo Centro de Pesquisa e Inovação da Bayer CropScience, em Paulínia, com visitas ao SeedGrowth CenterTM, ao novo Centro de Inovação da área de Saúde Ambiental.

De acordo com Claudia David, diretora de Comunicação da Bayer CropScience para América Latina, esta frente é fundamental para estreitar ainda mais o relacionamento com as cooperativas agrícolas, promovendo uma importante troca de informações e experiências que fortalecem muito a área de Comunicação. “Com o 2o Encontro de Comunicação Bayer com Cooperativas Agrícolas, conseguimos reforçar a importância estratégica da área para o sucesso das cooperativas, além de fornecer informações relevantes que podem contribuir para o desenvolvimento dos trabalhos no dia a dia de cada Comunicador. Para nós, da Bayer CropScience, é uma grande satisfação promover este tipo de diálogo que só contribui para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro”.

O 2º Encontro de Comunicação Bayer com Cooperativas Agrícolas faz parte do programa Integração da Bayer CropScience, que cria condições para que as cooperativas levem adiante ações que tenham impactos positivos sobre os negócios dos associados, contribuindo direta e indiretamente para a evolução da cadeia produtiva. 

 

Agrolink com informações de assessoria

Guarani encerra safra de cana 2013/14 com 93% de mecanização da colheita

A Guarani, uma das maiores empresas do setor sucroenergético, encerra a safra 2013/14 com 93% da cana própria colhida de forma mecanizada e aumento de produtividade amparado em técnicas de agricultura de precisão. As informações foram apresentadas nessa quinta-feira (12.12), durante evento de Encerramento da Safra 2013/14 em Bebedouro.
 
“O uso de piloto automático, imagens de satélite, irrigação por gotejamento e o emprego adequado de fertilizantes e corretivos permitiram que atingíssemos nessa safra o pico de nossa produtividade agrícola”, afirma Jaime Stupiello, diretor Agrícola da Guarani.

Cerca de mil produtores rurais participaram do evento, que contou com palestra de Guilherme Nastari, diretor da DATAGRO, maior consultoria de cana, açúcar e etanol do mundo. Ao apresentar um panorama do mercado sucroenergético, Nastari falou sobre os desafios da colheita mecanizada, apresentou projeções comerciais e comentou os investimentos tecnológicos do setor.

“O Brasil investe em tecnologia e eficiência e os canaviais estão respondendo de forma positiva. A renovação da safra passada e o ganho em produtividade é resultado desse trabalho”, afirma o diretor. “A safra 2014/15 será um momento de expansão. Tudo o que for produzido será consumido”.

O diretor presidente da Guarani, Alberto Pedrosa, destacou a importância da parceria com os fornecedores para o aumento de produtividade registrada na safra que se encerra. “Apesar das chuvas, registramos crescimento de quase 10% em relação à safra passada”, afirma Pedrosa.

 

Agrolink com informações de assessoria

Safra de grãos de 2014 será a maior da história do Rio Grande do Sul

A safra 2014 de grãos do Rio Grande do Sul será a maior da história, confirmou a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul). O Estado gaúcho deverá ter produção recorde de 30,2 milhões de toneladas de grãos. A estimativa representa uma alta de 2,4% na comparação com o ano anterior e supera o recorde de 29,7 milhões de toneladas colhidas em 2011.

A produção de grãos será puxada pelo cultivo de soja e trigo. A oleaginosa continua avançando sobre área de pecuária – que desde 2005 perdeu 470 mil hectares para a produção do grão no verão. O aumento de 3,4% na área plantada com soja nesta safra também se dá sobre o milho, que tem 11,3% de queda de plantio. Já o arroz teve crescimento estimado de 3% na área plantada nesta safra. Os dados foram confirmados nesta quinta-feira (12.12).

Sobre o trigo, presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, destacou que Rio Grande do Sul voltou a ocupar o primeiro lugar na produção nacional de trigo, em 2013, passando o Paraná. Além disso, Sperotto frisa que a expectativa para 2014 é de mais avanço, com ampliação de 14,3% da área plantada. 

“O Estado assumiu a posição de campeão brasileiro de trigo, não só em volume, mas também em qualidade”, disse Sperotto. Para o dirigente, a continuidade do avanço do trigo, rumo à autossuficiência nacional, depende agora de políticas de governo.

 

Agrolink
Autor: Lucas Rivas

Têxtil Riopele, de Moçambique, deverá retomar produção em Março de 2014

A fábrica têxtil Riopele deverá reabrir em Março de 2014 para produzir fios e tecidos, depois de um encerramento de dez anos, afirmou o ministro da Indústria e Comércio de Moçambique, Armando Inroga.

Em 2012, o consórcio Mozambique Cotton Manufactures (MCM), constituído pela empresa moçambicana Intelec Holdings e pelas portuguesas Mundotêxtil, Mundifios e Crispim Abreu, adquiriu o património da Riopele, localizado em Marracuene, província de Maputo, sul de Moçambique.

No decurso de uma visita às obras de recuperação das instalações fabris, o ministro adiantou que o algodão a ser processado será proveniente de Guro, província central de Manica, onde o Instituto de Algodão de Moçambique está a desenvolver um projeto de fomento e processamento da fibra.

“O algodão será transformado em Guru e trazido para aqui em condições para avaliação laboratorial, processamento e produção de fios e tecidos que depois serão comercializados para a produção de qualquer produto têxtil”, disse o ministro, citado pelo matutino Notícias, de Maputo.

O consórcio luso-moçambicano já investiu 12 milhões de dólares de um total anunciado de 40 milhões de dólares, montante de investimento que vai permitir que a Riopele passe a ter fiação, tecelagem e tinturaria.

“O que nós pretendemos é que toda a cadeia produtiva da indústria têxtil seja nacional, desde a produção do algodão, transformação em tecido, a produção do algodão ao fio e o fornecimento ao mercado nacional que vai gerar muitas pequenas e médias empresas todas elas à volta desta grande indústria que está a ser construída”, acrescentou Armando Inroga.

Moçambique produziu cerca de 70 mil toneladas de algodão-caroço na campanha agrícola 2011/2012, o que representou um aumento de 66% comparativamente à campanha anterior. 

 

Macauhub Moçambique