Plantio da soja chega a 83% de área na Argentina

O plantio da safra 2013/14 de soja na Argentina chegou a 17 milhões de hectares até esta sexta-feira (27), representando 83,2% do total a ser semeado no novo ciclo, que será de 20,4 milhões de hectares. As indicações são da Bolsa de Cereais de Buenos Aires, em seu relatório semanal.

De acordo com a entidade, a semana encerra registrando um avanço de 6,6 pontos percentuais e com o ritmo de incorporação 3,1% acima do registrado no igual período de 2012. Nos núcleos norte e sul, centro-oeste de Entre Ríos, La Pampa e Buenos Aires, bem como no Sul de Córdoba, a semeadura já foi finalizada.

Noutras regiões produtoras do país, os produtores esperam por mais chuvas para encerrar a incorporação. De acordo com a Bolsa de Cereais, os primeiros lotes plantados com a soja na região central do país se mantêm em boas condições, graças às reservas hídricas da região.

Nesta nova temporada, os produtores argentinos vão elevar em 12,6% a área da soja. Em 2012/13 foram reservados 19,7 milhões de hectares, conforme a entidade.

 

Agrodebate
Autor: Leandro J. Nascimento

Siqueira Campos destaca novo recorde da produção no Tocantins

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a previsão da safra de grãos 2012/2013 aponta um novo recorde com crescimento de 15%, passando de 2.634.450 toneladas para 3.030.650 toneladas. O maior crescimento registrado é no cultivo do algodão, que terá 70.2% de aumento na produção, seguido do sorgo que terá 31,1% de aumento na colheita e da soja, que deverá registrar 28,3%. A área plantada também deverá crescer em torno de 10,3% , passando de 813,82 mil hectares para 897,57 mil hectares.

O Governador Siqueira Campos fez referência a esses dados durante reunião com deputados estaduais nesta quinta-feira, 26, no Palácio Araguaia. “Estou extremamente feliz e orgulhoso do nosso Estado”, disse o Governador. Para ele, o agronegócio tocantinense ainda crescerá significativamente graças a fatores como incentivos, novos investimentos da classe produtiva, operação da Ferrovia Norte-Sul, sentido Palmas (TO) / Anápolis (GO), prevista para o início do próximo ano e beneficiamento de produtos.

“Estamos recebendo representantes de indústrias de médio e grande porte com interesse em se instalarem no Tocantins, tanto na região sul quanto na região norte do Estado, portanto, novas e boas notícias ainda surgirão sobre o agronegócio no Tocantins”, finalizou Siqueira Campos.

Levantamento da Seagro

De acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o percentual de aumento na produção local está maior que o nacional, que saltará 4,8%, alcançando 195,9 milhões de toneladas e crescimento de 3,6% na área plantada de grãos, que saiu de 53,2 para 55,2 milhões de hectares.

Segundo o levantamento, a região que apresenta maior aumento percentual de área plantada é a que compreende os municípios de Alvorada, Aliança do Tocantins, Caseara, Cristalândia, Divinópolis, Dueré, Figueirópolis, Formoso do Araguaia, Gurupi, Lagoa da Confusão, Marianópolis, Paraíso, Peixe e Pium. Nesta região a área plantada na safra anterior foi de 257,38 mil hectares e a previsão é de que na safra 2013/2014 chegue a 321,07 mil hectares, com 24,7% de crescimento. O maior aumento de produção também foi registrado nesta área, com uma variação de 24,4% a mais que na safra anterior.

No entanto, a região campeã na produção de grãos compreende municípios do centro e sudeste do Estado – Brejinho de Nazaré, Dianópolis, Guaraí, Miracema, Palmas, Pedro Afonso, Porto Nacional e Silvanópolis. Juntos, eles devem produzir na safra atual 1.242.170 toneladas, sendo o município portuense responsável por 524.240 toneladas, consagrando-se como maior produtor de grãos do Estado.

 

Agrolink com informações de assessoria

Safra recorde de soja pode agravar problemas com escoamento em MT

O volume recorde na produção mato-grossense de soja da safra 2013/14 pode gerar problemas na hora do escoamento. A preocupação leva em conta a capacidade dos terminais ferroviários utilizados para transportar os grãos do Estado até os portos. Somente com a oleaginosa devem ser colhidas mais de 25 milhões de toneladas.

Em Rondonópolis o novo terminal da ALL (América Latina Logística) e que há três meses entrou em operação, pode descarregar até 70 caminhões por hora, com sete simultaneamente. Conforme a empresa, a estrutura permitirá o escoamento de até 15 milhões de toneladas ao ano quando estiver operando com 100% da capacidade.

“Do jeito que está o terminal acredito que dará problema porque não está preparado para receber 8 milhões de toneladas”, afirma Luis Miguel Miranda, coordenador do Núcleo Logística e Transporte da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Uma pesquisa elaborada pela UFMT mostrou que para evitar um colapso na BR-163, principal rota de escoamento da produção agrícola do Estado, o novo terminal deveria receber apenas 60% do volume total de grãos previsto, ou seja, não passar das 8 milhões de toneladas. Há preocupação ainda com a quantidade de caminhões que passará pelo local.

Segundo o estudo, em março do próximo ano, quando o escoamento da soja estiver na época de maior movimento, 40 mil veículos devem passar pelo complexo ferroviário de Rondonópolis. “O problema são os acessos rodoviários que são péssimos”, afirmou ainda Luis Miguel de Miranda, coordenador do Núcleo Logística e Transporte UFMT.

Para a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja/MT), a construção de um novo terminal não alivia a falta de modais de transporte para a safra de grãos. “O fato de existir um novo terminal não significa que exista uma nova ferrovia. Existe apenas um novo terminal na mesma ferrovia e a capacidade de transporte dessa ferrovia continua a mesma”, diz Ricardo Tomzcyk, vice-presidente da Aprosoja.

Para o representante, faltam ainda condições de infraestrutura no terminal rondopolitano. “Falta muita coisa para ser concluída na sua estrutura. A dificuldade para a carga chegar ao terminal também tem que ser considerada e os gargalos não foram resolvidos”, pontuou ainda o dirigente.

A ALL, responsável pelo terminal de Rondonópolis, disse que não teve acesso ao resultado da pesquisa e disse que o terminal pode receber 1,5 mil caminhões por dia. O tempo de espera varia de 30 minutos a 10 horas. Atualmente, são menos de 4 horas para descarregar, segundo a empresa.

Agrodebate

Virada do ano tem previsão de chuva em parte do país

Brasília – A noite de Ano-Novo tem tendência de chuva em algumas regiões do país, informou no domingo (29) o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Essa é a previsão para as regiões Centro-Oeste, parte do Sudeste (exceto Espírito Santo, norte e nordeste de Minas Gerais) e toda a Região Sul.

A chegada de uma frente fria à Região Sul deverá ocasionar chuva mais forte na noite de 31 de dezembro no Rio Grande do Sul, mas os outros estados também estão sujeitos a passar a virada do ano sob mau tempo. Entretanto, não há previsão de temporais no país, pelo menos até agora, para a chegada de 2014.

Na Região Norte, há possibilidade de um réveillon chuvoso em Rondônia, no Amazonas, em Macapá e Belém. Há também possibilidade de chuva no litoral entre as regiões Leste e Nordeste, alcançando desde Salvador até a Paraíba. Para o Rio de Janeiro, a previsão é mais otimista e pode não chover na noite de Ano-Novo, diz o Inmet.

A previsão para os cariocas, até agora, é tempo parcialmente nublado, com névoa úmida, no último dia do ano. Para Brasília, está previsto tempo parcialmente nublado a nublado, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, mesma situação que deverá ocorrer na cidade de São Paulo na última noite de 2013.

Edição: Graça Adjuto

 

Agência Brasil
Autor: Jorge Wamburg

Caravana discute combate à lagarta Helicoverpa armigera em MT e MS

Em janeiro três cidades de Mato Grosso serão rota da Caravana da Embrapa. A proposta é levar a todas as regiões do país que enfrentam problemas com a lagarta Helicoverpa armigera orientações práticas de manejo para o controle da praga. As exposições devem atrair extensionistas, técnicos de cooperativas, sindicatos e associações rurais, além dos agricultores.

“O objetivo é unificar conhecimentos sobre o manejo integrado do controle de pragas que sempre deu resultados, mas deixou de ser utilizado por comodidade dos agricultores. Ao invés disto, os agricultores preferem recorrer ao uso de agrotóxicos diversas vezes e isto acaba fortalecendo as pragas”, destaca o coordenador da Embrapa Paulo Roberto Galerani.

A técnica do manejo integrado de pragas surgiu nos anos de 1980 e compreende medidas que vão desde o monitoramento da lavoura, o uso de armadilhas, até a escolha de produtos mais seletivos para o controle do problema.

Segundo o coordenador, as exposições feitas pelos técnicos da Embrapa abordam resultados a serem alcançados em médio e longo prazos. “A caravana não responderá qual a melhor alternativa para os casos emergenciais que as lavouras já estiverem afetadas. No entanto, é preventiva para a próxima safra, visto que a disseminação das informações fará com que os produtores fiquem mais preparados para lidar com a Helicoverpa armigera de agora em diante”.

Em Mato Grosso, o primeiro município a receber a Caravana será Lucas do Rio Verde no dia 14, passando ainda por Sapezal no dia 15 e Campo Verde no dia 16. A coordenação será da Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop, MT), Aprosoja, Instituto Mato-grossense do Algodão (IMA), Sistema Famato e Fundação MT.

Também em janeiro a equipe da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária chega ao Estado de Mato Grosso do Sul, passando por Dourados (27/01), Naviraí (28/01) e São Gabriel do Oeste (30/01).

 

Agrodebate

Exportação brasileira enfrentará Imposto de Importação maior na UE em 2014

As exportações brasileiras perdem a partir de janeiro o benefício do Imposto de Importação mais baixo nas vendas para a União Europeia, com a entrada em vigor do novo Sistema Geral de Preferência (SGP) adotado pelo bloco a partir do próximo ano.

Com isso, as alíquotas do Imposto de Importação subirão de zero a 1,5 por cento para 5 por cento, em média, para a totalidade dos embarques.

A mudança afetará cerca de 10 por cento das exportações do país destinadas ao mercado europeu, conforme informou uma fonte técnica do governo que acompanha o tema, abrangendo as vendas de produtos agrícolas, minério de ferro, derivados de petróleo, couro e itens industrializados como peças e autopeças, entre outros produtos.

Em valores isso representa em torno de 3,8 bilhões de dólares, considerando os valores totais embarcados para o bloco em 2012.

Apesar da perda do benefício, o governo brasileiro avalia que os exportadores brasileiros estão cientes da mudança e preparados para adequação de preços ou redirecionamento de parte das vendas para outros mercados no exterior.

“O obstáculo às exportações para a UE não está na tarifa do Imposto de Importação. Está em outras áreas como nas barreiras técnicas, sanitárias e fitossanitárias”, comentou a fonte, que preferiu não se identificar.

A elevação da tarifa foi anunciada pela UE em outubro, com o comunicado de adoção do novo Sistema Geral de Preferências, que vinha sendo estudado desde 2010.

O sistema, baseado no benefício do Imposto de Importação com tarifas mais baixas para países que necessitam de estímulo nas operações de comércio exterior, é periodicamente revisado, com a exclusão ou inclusão de países conforme o grau de desenvolvimento.

Na revisão aprovada este ano, 20 países estão perdendo o benefício. Além do Brasil, passam a pagar tarifa mais alta Uruguai, Argentina, Venezuela, Arábia Saudita, Macau, Catar e Omã, entre outros.

A elevação do Imposto de Importação levou em conta a melhora da renda per capita nesses países com base na avaliação sobre a evolução da renda nacional bruta per capita.

Nos países considerados de renda alta, a cifra parâmetro é 12.276 dólares per capita. O Brasil foi inserido no grupo dos países com renda média alta, com per capita variando entre 3.900 dólares e 12.000 dólares.

 

Reuters
Autor: Luciana Otoni

Agência de Rondônia pede atenção dos produtores quanto à lagarta da soja

A Agência de Defesa Agrosilvopastoril do Estado  de Rondônia – IDARON, iniciou levantamento para detecção da lagarta da soja (Helicoverpa armigera) nos municípios rondonienses produtores de soja. A praga vem causando vários estragos no Brasil e com isso causando preocupação e insegurança aos produtores rurais e profissionais envolvidos no setor agrícola.

Para confirmar a possível presença de H. armigera, com base em denúncias por parte de produtores rurais, fiscais da Idaron realizam coleta de lagarta para envio a laboratório oficial. O laboratório por sua vez realiza um teste de DNA a fim de identificar a praga. Após esse levantamento, também será realizado nas propriedades rurais monitoramento com uso de armadilha do tipo “delta” que atraem o adulto através do feromônios. 

Até o momento, em todas as propriedades levantadas verificou-se baixa ou nenhuma presença da lagarta. Nos municípios do cone-sul, região maior produtora de soja do Estado, foram realizadas coletas de 13 lagartas em 13 propriedades agrícolas de Vilhena, 5 lagartas em Cabixi, 1 lagarta em Corumbiara e 1 lagarta em Chupinguaia. 

Segundo o Fiscais da Idaron “as informações do levantamento dão conta que nenhuma região do cone-sul apresenta situação alarmante ou superpopulação de lagarta e que são baixas as incidências de lagartas, inclusive de outras espécies”. Os fiscais recomendam que os produtores mantenham constante monitoramento da praga.

O Presidente da Agência afirma que “até o momento a situação fitossanitária das lavouras em Rondônia está sob controle, ou seja, não há necessidade de declarar estado de emergência fitossanitária”.

“O uso de inseticidas para o combate das pragas é uma preocupação, tanto pela Helicoverpa ssp., como por outras pragas que já são velhas conhecidas dos produtores” diz a Gerente Defesa Vegetal Rachel Barbosa. “O produtor precisa monitorar a sua lavoura e ter o acompanhamento de um técnico, para que haja um bom controle de pragas e para que não tenha aumento no custo de produção.”

 

Rondoniadinamica
Autor: Rachel Barbosa

Fundação MS fecha balanço anual e avalia apresentações da safrinha

Em novembro e dezembro, a Fundação MS realizou palestras em nove municípios do Estado, com o circuito de Apresentação de Resultados da Safrinha. O objetivo foi fazer recomendações aos produtores rurais, por meio de resultados de pesquisa obtidos ao longo do ano. Os experimentos foram conduzidos em várias regiões de Mato Grosso do Sul a fim de apresentar um resultado real ao produtor rural de cada parte do Estado.

A partir das palestras, a Fundação MS quer auxiliar o produtor na tomada de decisões para a próxima safrinha, abordando técnicas usadas no período de plantio e colheita, o momento ideal para aplicar os inseticidas e combater as pragas, entre outros. “Nós levamos esses resultados aos municípios, sempre discutindo os dados de cada região. Fazemos isso na safra, em maio, e na safrinha, em novembro”, informa o diretor executivo da instituição, Renato Roscoe.

O presidente da Fundação MS, Luiz Alberto Moraes Novaes, destaca que as apresentações sobre a safrinha foram feitas em um bom momento, onde o produtor já está planejando as tomadas de decisões em relação ao plantio da próxima safra. “Os pesquisadores apresentaram os resultados do ano e isso auxilia o produtor, principalmente em relação a tecnologia e segurança”, aponta.

Para o produtor rural do município de Douradina, Lucio Damália, as informações repassadas pelos técnicos nas apresentações de resultados são de grande valia por abordar assuntos do dia a dia dos agricultores. “Participei da palestra em Dourados e já estou aplicando os conhecimentos sobre variedades de sementes e fungicidas, na minha lavoura de soja”, explica.

Lucio também é membro do Conselho Técnico Científico da Fundação MS, e conta que na região em que mora, vários produtores participaram para se atualizar. “É preciso ir atrás, estudar e aprender sobre como investir, principalmente, para sabermos se o que estamos investindo dará certo”, destaca o produtor.

Em busca de conhecimentos, o produtor rural Max Antônio Souza Moraes participou das palestras oferecidas pela Fundação MS na Capital. “Muito bom poder adquirir novos conhecimentos. As palestras foram de alto nível e com certeza me ajudará com minhas atividades”, elogia o produtor, que trabalha com produção de soja e milho.

A escolha correta dos híbridos de milho pode influenciar em até 30% nos resultados de produção. “A Fundação MS prepara esse estudo para servir como ferramenta para o produtor tomar as melhores decisões na safrinha de 2014”, explica o pesquisador André Lourenção. O desempenho dos híbridos varia conforme o município e o clima, além de outros fatores.

Sobre controle de pragas e doenças de plantas em relação à cultura do milho, quem abordou o tema foi o pesquisador José Fernando Grigolli. Os produtores tiveram acesso ao resultado de um estudo sobre o uso de fungicidas em milho e sua viabilidade econômica. Nos ensaios conduzidos pela instituição, foi observada boa eficiência no controle de doenças foliares, como a helmintosporiose – também conhecida como a mancha-marrom -, e a ferrugem polisora – considerada uma das principais doenças na cultura do milho no Brasil. No entanto, é preciso considerar a capacidade do híbrido tolerar o ataque de doenças sem prejudicar o rendimento dos grãos.

Outro ponto discutido foia identificação e controle da lagarta Helicoverpa armigera. O pesquisador fez o alerta para a correta identificação da praga, para que seu controle seja feito de forma mais eficiente. “A situação é preocupante pela alta capacidade da praga causar danos econômicos em várias culturas. Entretanto, os produtores estão monitorando adequadamente suas lavouras e entrando com as estratégias quando as lagartas estão pequenas, o que facilita o controle da praga”, pondera o pesquisador.

Os participantes também puderam saber mais sobre a rotação de culturas. Uma das opções que podem ser utilizadas para a safrinha é o crambe, que foi trazido para o Brasil e registrado pela Fundação MS. O pesquisador Carlos Pitol, explica que a planta possui um ciclo rápido de produção (90 dias) e com potencial de comercialização no Estado, o que gera benefícios econômicos.

Além dessas opções, Pitol dá ênfase para as culturas de aveia e trigo que incentiva o produtor a diversificar e assim gerar renda com a produção. “É de responsabilidade do produtor manter seu sistema safra/safrinha produtivo. A rotação ajuda muito nesse sentido”, ressalta.

O circuito passou pelas cidades de Itaporã, Sidrolândia, Rio Brilhante, Dourados, São Gabriel do Oeste, Maracaju, Naviraí, Campo Grande e Amambai.

Outras ações

Além do circuito de apresentações de resultados sobre a safra e a safrinha, em 2013 a Fundação MS realizou os Dias de Campo, que são eventos realizados com o intuito de levar ao produtor rural a informação em primeira mão. Os eventos são abertos ao público e direcionados aos profissionais da cadeia produtiva, técnicos, pesquisadores e acadêmicos.

Ainda, a instituição participou de visitas técnicas, palestras, seminários e congressos, também com o objetivo de levar mais informações sobre várias culturas plantadas em Mato Grosso do Sul, além de novas tecnologias e resultados de pesquisas.

A realização do Showtec 2013 e a preparação da próxima edição, que acontecerá em 2014, também foi uma das prioridades da instituição ao longo do ano. O evento, considerado o maior do ramo em Mato Grosso do Sul, é destinado aos produtores e empreendedores rurais, técnicos agrícolas, acadêmicos, entre outros. O objetivo é apresentar produtos e serviços ligados ao setor agropecuário, lançamentos, inovações tecnológicas, sistemas de produção, palestras técnicas e resultados de pesquisas que contribuem com a sustentabilidade do agronegócio brasileiro.

 

Correio de Corumbá

China recusa carga de subproduto do milho por transgênico não aprovado

A China rejeitou um carregamento de cerca de 2 mil toneladas de grãos secos de destilaria (DDGs, na sigla em inglês), um subproduto do milho, e mais rejeições são esperadas com Pequim impondo regras rígidas sobre variedades geneticamente modificadas não aprovadas no país, disseram operadores nesta quinta-feira.

O produto é usado para alimentação animal.

A medida segue a rejeição de mais 500 mil toneladas de milho dos EUA depois que autoridades encontraram a presença do MIR 162, variedade transgênica desenvolvida pela Syngenta que não foi aprovada pelo Ministério da Agricultura da China.

“Os contêineres, que estão vedados por ora, foram rejeitados no porto de Xangai”, disse um operador de uma trading local.

Outra fonte da indústria confirmou o volume. As autoridades de quarentena em Xangai declinaram comentar imediatamente o assunto.

Traders consideram possível novas rejeições depois que a variedade, já aprovada para destinos como Japão, Coreia do Sul e União Europeia, foi encontrada em cargas de milho para etanol.

A China, principal importador de DDGs dos EUA, respondeu por mais de 40 por cento das exportações norte-americanas do produto na temporada 2012/13.

Preocupações sobre possíveis rejeições pressionam a bolsa de Chicago (CBOT), porque os traders acreditam que será difícil mandar os carregamentos para outros destinos, que não costumam usar o produto na fabricação de ração.

 

Reuters
Autor: Niu Shuping e David Stanway

Ano Internacional da Agricultura Familiar

A prefeitura de Barra Mansa (RJ), por meio da secretaria municipal de Desenvolvimento Rural, prevê a realização de uma série de ações para o desenvolvimento da agricultura familiar em 2014. O próximo ano foi oficialmente declarado como o Ano Internacional da Agricultura Familiar pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Para a…

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