Algodão/CEPEA: Estoque global elevado pode limitar alta de preço em 2014

As transações no mercado de algodão em pluma na safra 2013/14 devem ser tão desafiadoras aos agentes quanto foram na temporada 2012/13. Segundo pesquisadores do Cepea, o cenário é de reação da demanda internacional – com exceção da China – e de queda na oferta mundial, mas de recorde nos estoques finais e de possibilidade de maior disponibilidade de estoques governamentais da China, fatores, portanto, que podem elevar e também derrubar os preços da pluma no correr da safra 2013/14.

Assim, resta saber o que pesará mais: uma possível pressão por parte da China ou a sustentação vinda de outros países.

 

Cepea/Esalq

Governo Federal finaliza 2013 com a entrega de mais de dez mil máquinas do PAC

Todos os 5.061 municípios brasileiros com até 50 mil habitantes terminaram o ano de 2013 com, pelo menos, um exemplar dos equipamentos doados pelo Governo Federal no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Instituída para fortalecer o escoamento agrícola familiar a partir da conservação das estradas vicinais, a iniciativa já entregou gratuitamente mais de dez mil maquinários para as prefeituras do País. Os equipamentos beneficiam aproximadamente 25 milhões de pessoas que vivem no meio rural. A execução do programa é feita pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que concluirá as doações das máquinas ainda no primeiro semestre deste ano.

Com a entrega de todas as retroescavadeiras do programa no último mês de dezembro, as doações de 2014 incluirão o repasse de mais 7.992 equipamentos: 2.530 motoniveladoras, 3.754 caminhões-caçamba, 729 caminhões pipa e 979 pás-carregadeiras. A aquisição dessas máquinas completará, também, a aplicação dos R$ 5 bilhões que o MDA investiu para adquirir os maquinários.

“O PAC 2 Equipamentos dota as prefeituras com máquinas que melhoram a mobilidade no campo, que melhoram as estradas vicinais, por onde passam pessoas, alimentos e também o transporte escolar e os medicamentos. A entrega desses equipamentos significa o atendimento de 83% da população brasileira que mora no meio rural”, explica o ministro do MDA, Pepe Vargas.

Ao fim da ação, o Governo Federal terá distribuído 18.073 máquinas: 5.071 retroescavadeiras; 5061 motoniveladoras; e 5061 caminhões-caçamba para os municípios com até 50 mil pessoas; e outros 1.440 caminhões pipa e 1440 pás-carregadeiras para os municípios castigados pela forte estiagem. O número de retroescavadeiras doadas é pouco maior pois dez municípios contemplados passaram a ter uma população superior a 50 mil habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os municípios selecionados pelo PAC 2 estão localizados em 26 estados – apenas o Distrito Federal não recebe as máquinas. As doações dos equipamentos atendem diretamente cerca de quatro milhões de estabelecimentos da agricultura familiar.

Em Moita Bonita (SE), o trabalho realizado pelos equipamentos – retroescavadeira, motoniveladora e caminhão-caçamba – que o município recebeu estão fazendo a diferença. Quem assegura é o presidente da Cooperativa de Produção da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Município de Moita Bonita (Cooperafes), Joelito Costa Santos. “Com a conservação das estradas, economizamos até 15% no processo de comercialização. A economia vai direto para o bolso do agricultor. Isso nos fortalece porque temos mais condições de investir na nossa propriedade e, consequentemente, de permanecer no campo. A garantia que a agricultura familiar tenha continuidade é, com certeza, o principal benefício do programa”, pontua.

Realidade que há pouco tempo era outra. “Já tivemos que interromper o recolhimento da produção porque o carro não passava nas estradas”, lembra. O empreendimento, que tem a batata-doce como matéria-prima, reúne 64 agricultores familiares. A produção da cooperativa é vendida para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), e ainda para uma rede de supermercados da Bahia.

Melhor convivência com o Semiárido

No início de 2013, a doação dos equipamentos priorizou municípios situados no Semiárido e em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos devido à falta de chuva. Ao todo, a ação distribuiu 4.601 equipamentos – 964 retroescavadeiras, 1.440 motoniveladoras, 1.025 caminhões-caçamba, 711 caminhões pipa e 461 pás-carregadeiras – para 1.440 municípios de 11 estados.

A distribuição beneficiou mais de 11 milhões de pessoas residentes do meio rural e quase dois milhões de propriedades da agricultura familiar. Em 2014, o atendimento prioritário continuará com a entrega de outros 415 caminhões-caçamba, 729 caminhões pipa e 979 pás-carregadeiras.

 

Ministério do Desenvolvimento Agrário
Autor: Roberta Paola

Porto de Paranaguá investe R$ 15 mi em nova tecnologia para inspeção de cargas

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) acaba de contratar empresa que vai fornecer e operar o sistema de inspeção de cargas e de contêineres por meio de escâner. Inserido no Programa de Investimentos em Tecnologia, o investimento, no valor de R$ 15,7 milhões, traz maior controle e agiliza desembaraço e liberação das cargas que entram e saem do Porto de Paranaguá. 

Os serviços de operação, manutenção e locação desses equipamentos, como grandes escâneres, serão prestados pela empresa VMI Sistemas de Segurança LTDA, ganhadora da licitação. 

“Com o início das operações deste sistema no Porto de Paranaguá, integraremos a segurança das nossas fronteiras, como já fazemos nas fronteiras secas do oeste do Paraná”, avalia o governador Beto Richa. 

No contrato estão incluídas a infraestrutura e a instalação física, infraestrutura elétrica e lógica, ala de operação do sistema por pessoas habilitadas ao manuseio de sistemas desta natureza. O serviço foi contrato, em princípio, por 60 meses, podendo ser prorrogado. 

“Estes sistemas vão trazer agilidade no desembaraço e liberação das cargas. Será escaneado um contêiner por vez e as imagens, em tempo real, serão disponibilizadas aos técnicos da Receita e da Polícia Federal”, afirma o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino. 

O prazo para a implantação do novo sistema se divide em dois: 60 dias para o Projeto Executivo de Obras Civis e Rede Lógica do sistema e 240 dias para a instalação, testes e treinamentos dos funcionários da Receita Federal e da Appa. 

Todos os equipamentos e serviços serão executados de acordo com as especificações técnicas estabelecidas pela Receita Federal (Portaria nº 3.518 de 30 de setembro de 2011). 

 

Agência Estadual de Notícias – Paraná

Toxicidade de transgênicos é uma farsa, desmente revista científica

A revista Food and Chemical Toxicology (editora Elsevier) resolveu voltar atrás e se retratou, retirando a validade científica do estudo “Toxicidade em longo prazo de um herbicida Roundup e de um milho geneticamente modificado tolerante ao Roundup”. O artigo, do pesquisador Gilles-Eric Seralini. havia sido publicado em Setembro de 2012.

O estudo provocou revolta na comunidade científica ao afirmar que ratos alimentados com milho transgênicos teriam maior tendência a desenvolver câncer e morrer. Com duras contestações de vários pesquisadores – que questionaram a metodologia e a confiabilidade científica – foi deflagrada uma investigação pelo editor-chefe da revista, A. Wallace Hayes.

Após um ano de investigações, a editora Elsevier afirmou em nota oficial que foram encontradas “causas legítimas de preocupação” sobre a metodologia do estudo, especialmente com relação ao número e à linhagem de ratos usados nos experimentos. “Em última instância, os resultados apresentados são inconcludentes”, admite a nota.

De acordo com o comunicado, foram utilizados 10 ratos em cada grupo de comparação – um número muito pequeno e não suficiente para conclusões. Além disso, a linhagem de roedores usada na suposta pesquisa já é mais propensa ao desenvolvimento de tumores. Para a comunidade científica, caiu por terra a credibilidade do Comité de Recherche et d’Information Indépendantes sur le génie GENétique (CRIIGEN), um dos poucos apoiadores da tese, mas que foi fundado pelo próprio autor do “estudo”.

 

Agrolink

Colheita da safra recorde de soja começa com clima favorável

O produtor Gilberto Possamar registra resultado melhor que o de um ano atrás em Sorriso (MT), capital da soja. A colheita da maior safra de soja já plantada no Brasil está começando em Mato Grosso e as previsões são de chuva nas principais regiões produtoras do país. Aos poucos, o temor de perdas expressivas por estiagens vai ficando para trás. Na próxima semana, as colheitadeiras avançam também no Oeste do Paraná, onde faltou umidade em dezembro, com perdas localizadas.

Um dos primeiros a colher, Gilberto Possamar, de Sorriso (MT), conta que a oleaginosa está rendendo mais. Ele alcança 67 sacas/ha em área irrigada (mil hectares) e espera média de 60 incluindo a área sem irrigação (também mil hectares). No ano passado, a marca foi de 57 sacas/ha, ou seja, 5% menor.

“Até agora está bom demais para ser verdade. Tem chovido mas estamos conseguindo iniciar a colheita”, afirma. O agricultor vendeu antecipadamente toda a produção, por preços entre R$ 50 e R$ 56/saca. Possamar melhorou sua posição, um ano atrás entre R$ 40 e R$ 63/saca, apesar da previsão de queda nos preços.

“A colheita vai engrenar mesmo daqui duas semanas”, afirma Laércio Lenz, produtor e presidente do Sindicato Rural de Sorriso. No Oeste mato-grossense, os produtores aplicam dessecante para encerrar o ciclo. O plantio dos 8,4 milhões de hectares foi concentrado (2 milhões numa única semana, no final de outubro) e a colheita também deve ocorrer rapidamente.

Estiagem

Em dezembro, faltou chuva em regiões agrícolas como Dourados (MS), Palotina (PR), Passo Fundo (RS). As perdas localizadas são agravadas por ataques da lagarta Helicoverpa armigera. O potencial de recuperação das plantas, que voltaram a receber umidade, está sendo testado.

As chuvas desta semana ajudam, mas não anulam as perdas de dezembro, avalia Ronaldo Vendrame, gerente agronômico da cooperativa C. Vale, com sede em Palotina, no Oeste paranaense. “Esperávamos uma média de 58 sacas por hectare e podemos fechar em 50”, estima.

“A colheita começa pelas áreas que mais sentiram falta de chuva. A semana do Natal foi terrível para essas lavouras, que estavam desde 7 de dezembro sem água. Em algumas propriedades, as perdas chegam a 30%”, avalia.

Mato Grosso e Paraná tradicionalmente abrem a colheita brasileira de soja. São responsáveis por 45% da área plantada e 48% da produção, conforme a Expedição Safra Gazeta do Povo. A produção tende a ser de 26,5 milhões e 17 milhões de toneladas, respectivamente, com expansão de 10% e 5% sobre a temporada anterior.

Em âmbito nacional, foram plantados 29,49 milhões de hectares (+7%) e esperam-se 91 milhões de toneladas (+11%). Os técnicos da Expedição Safra – que percorrem 14 estados para sondagens de campo – voltam à estrada ainda em janeiro.

Milho deve ter corte menor após exportação ultrapassar estimativa

A colheita de milho de verão também começa nas próximas semanas. O plantio foi reduzido a 6,9 milhões de hectares (-9,5%) para dar espaço à soja, e as lavouras devem render cerca de 35 milhões de toneladas em todo o país (-3,5%). No Noroeste do Rio Grande do Sul, há relatos de perdas localizadas de até 30%.

Diferente da oleaginosa, que vale 8% mais, o cereal está desvalorizado, com preços 24% abaixo dos praticados um ano atrás no Paraná. A novidade é a recuperação de 4% verificada na virada do ano, após a confirmação de que as exportações nacionais do cereal passaram de 25 milhões de toneladas – 10 milhões a mais do que o previsto inicialmente pela Companhia Nacional de Abastecimento.

Com a saca acima de R$ 19, os produtores que pretendiam reduzir o plantio de inverno, que começa ainda em janeiro, tendem a fazer cortes menores. “Alguns vão optar por soja safrinha, outros por trigo, mas não deve ter grande redução no plantio de milho de segunda”, avalia Ronaldo Vendrame, agrônomo da cooperativa C. Vale, de Palotina (PR).

Confirmada essa reviravolta, a produção de 2013/14 (verão e inverno) pode atingir 79 milhões de toneladas, praticamente o mesmo volume da temporada anterior.

 

Agronegócio Gazeta do Povo (AgroGP)

SC pode enfrentar escassez de milho com produção de etanol

O Estado de Santa Catarina pode sofrer com a escassez de milho em função da instalação de novas usinas de processamento de milho para produção de etanol no Centro-Oeste do Brasil, alerta o diretor geral da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV) e do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados de Santa Catarina (Sindicarne), Ricardo De Gouvêa.

Segundo o dirigente, o cenário pode se agravar e inviabilizar a produção industrial de aves e suínos do estado catarinense. O dirigente lembra que Santa Catarina é um grande produtor de carnes de frango e de suínos e o insumo fundamental para a operação dessas cadeias é a ração, elaborada basicamente a partir de milho.

Além da produção estadual não ser suficiente para atender às necessidades das cadeias produtivas de aves e suínos, Ricardo De Gouvêa teme que a utilização do milho para produção de Etanol aumente a demanda pelo insumo e, dependendo da produção mundial e brasileira, afetará o custo de produção de aves e suínos no Brasil podendo abalar também a competitividade das agroindústrias.  Em SC, a saca de milho custa R$ 26.

Entretanto, o dirigente entende que tal situação poderá ser minimizada com uma política de incentivo ao comércio interno do grão e a curto prazo, de subsídio ao frete para os Estados que não são autossuficientes e produzem proteína animal.

Em contrapartida, o rendimento da safra de milho 2013/14 poderá ser recorde em Santa Catarina. O Governo local espera um rendimento de 7.075 kg/hectare, 3% maior do que na safra anterior. Com uma área plantada de 465 mil hectares, a expectativa de produção é de 3,2 milhões de toneladas, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Agrolink

Plantio do safrinha também deve cair no Paraná

Como aconteceu com a primeira safra, o milho safrinha também pode sofrer redução na área. Ainda é cedo para os números fechados, mas de acordo com o primeiro levantamento do Deral, a retração será de 9%, caindo de 2,15 milhões de hectares para 1,95 milhões de hectares. Em relação à produção, deve ficar estável em comparativo à safra 2012/13, fechando em 10,2 milhões de toneladas.

A técnica do Deral, Juliana Yagushi, comenta que ainda é cedo para projetar esse cenário. Segundo ela, pode haver umas alterações nessas estimativas de acordo com a mudança dos preços. “De qualquer forma, os valores divulgados ainda são bem positivos. Na safra 2012/13, tivemos a maior área plantada de milho safrinha da história. A oferta mundial era baixa e houve quebra da safra nos Estados Unidos”.

Segundo Juliana, a produção só não foi maior na safra passada porque houve geadas no final do ciclo e também excessos de chuvas na região Sudoeste. “Vale dizer que a estimativa de plantio do milho safrinha é três vezes maior que a da safra de verão”, finaliza. (V.L.)

 

Folha Web

Nordeste terá chuvas abaixo da média em 2014, diz Inmet

Atingido por uma estiagem severa nos últimos dois anos, o Nordeste pode voltar a ter chuvas abaixo da média em 2014. A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). De acordo com o meteorologista Mozart de Araújo Salvador, a temperatura do Atlântico Norte, cuja alta causou a diminuição das chuvas em 2012 e 2013, continua elevada, embora em patamar menor que o do ano passado.

Segundo Salvador, caso a situação se mantenha, há chance de menos chuva do que tradicionalmente. No entanto, não é possível prever a intensidade de um eventual novo período de seca. “A possibilidade [de estiagem] não está afastada”, disse ele.

O meteorologista explicou que, em dezembro, quando o Inmet levantou os dados para seu prognóstico mais recente sobre o Nordeste, a temperatura do Atlântico Norte estava de 0,5°C a 1°C acima da média. “Espera-se que [a alta de temperatura] não se intensifique, ou o risco de prejuízos para as chuvas é grande”, acrescentou.

Salvador esclareceu que, no ano passado, a temperatura do oceano chegava a 1,5°C acima da média. Para normalização das chuvas no Nordeste, o ideal é que ela recue nos próximos meses. Uma nova medição será feita na segunda quinzena de janeiro.

Para o primeiro trimestre deste ano, o Inmet vê 40% de possibilidade de chuvas dentro da média e 35% de probabilidade de ficarem abaixo da média para o semiárido do Ceará, do Piauí, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do norte da Bahia. Existem ainda 25% de chance de precipitações acima da média.

Em 2012 e 2013, produtores rurais desses e de outros estados perderam gado e lavoura com a estiagem e tiveram de ser socorridos pelo governo, que disponibilizou linhas de crédito emergenciais e permitiu a renegociação de dívidas a agricultores que não puderam honrar os pagamentos em função das perdas com a estiagem.

Para 2014, o Ministério da Integração Nacional informou que ainda aguarda dados mais concretos com relação ao panorama relacionado à seca para definir ações. O órgão informou ainda que, até o momento, não há decisão sobre renovação das linhas de crédito, mas que é possível aderir à renegociação de débitos até 30 de dezembro deste ano.

Edição: Fábio Massalli

 

Agência Brasil
Autor: Mariana Branco

Governo de Alagoas define estratégias para combater Helicoverpa armigera

A fim de combater os ataques da praga Helicoverpa armigera, a Secretaria da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri) do Estado de Alagoas lançou um plano de supressão da praga. Entre as medidas adotadas estão ações de manejo de pragas, utilizando inimigos naturais, agrotóxicos e variedades resistentes (Bt), além de capacitações e outras ações.

A presença da Helicoverpa armigera foi confirmada em cultivos irrigados no Agreste alagoano em plantações de feijão, quiabo, amendoim e pimentão.

Com as ações de monitoramento e controle, o secretário da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, José Marinho Júnior, espera que os impactos negativos sejam contornados pelos produtores locais. 

“Queremos contornar todos os estragos já existentes e por isso, unimos forças para traçar estratégias contra esta praga, antes que ela cause danos ainda maiores aos agricultores alagoanos”, destacou.

O plano de supressão contra Helicoverpa armigera foi elaborado por técnicos agrícolas e foi apresentado nesta terça-feira (07.01), no escritório regional da Emater em Arapiraca.

 

Agrolink
Autor: Lucas Rivas

Tempo nublado em vários estados do país

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para tempo nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no norte e oeste do Mato Grosso. Parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas nas demais áreas do Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, no oeste e sul de Goiás. Claro a parcialmente nublado nas demais áreas.

No nordeste, previsão de tempo parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva no Ceará, centro e norte do Maranhão, norte do Piauí e chuvas isoladas no Rio Grande do Norte, litoral, mata e oeste da Paraíba, leste, mata e oeste de Pernambuco, recôncavo e sul da Bahia. Possibilidade de chuvas isoladas no leste de Alagoas e de Sergipe.

Nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas no Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, oeste e sul e nordeste do Pará. Demais áreas, parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no norte e oeste do Tocantins.

No sudeste, tempo parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em São Paulo. Claro a parcialmente nublado passando a nublado com possibilidade de chuvas isoladas no Rio de Janeiro, Triângulo, oeste, sul e Jequitinhonha em Minas Gerais e no norte do Espírito Santo. Demais áreas, claro a parcialmente nublado.

Na região Sul do país, tempo parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.

Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento