Monsanto conta a história dos desafios da cotonicultura brasileira em webserie para o YouTube
Qual o tamanho da cotonicultura brasileira? Quanto representa a produção de algodão para o agronegócio do país? Quais são os desafios enfrentados por aqueles que participam da cadeia produtiva desta cultura? Estas e outras perguntas serão respondidas em uma webserie inédita preparada pela Monsanto com seis vídeos produzidos durante a última safra do algodão.
 
O conteúdo da webserie “Histórias de Fibra” resulta do trabalho do Clube de Excelência, iniciativa de relacionamento da Monsanto que visa proporcionar a melhor experiência entre suas tecnologias e os cotonicultores, além de promover a troca de experiências entre diferentes elos da cadeia produtiva. “O Clube de Excelência Bollgard II RRFlex é uma plataforma de interações criada para ir de encontro à estratégia da Monsanto de auxiliar o produtor em seus principais desafios”, explica Erica Franco, coordenadora de Marketing da Monsanto.
 
Durante o período de desenvolvimento da lavoura, um dos momentos mais críticos para o produtor de algodão, a Monsanto desenvolveu um calendário de visitas às propriedades nas principais regiões produtoras do país, como Mato Grosso e Bahia, levando especialistas e consultores em diversas áreas da cultura. “Compilamos em vídeo os dados e as interações realizadas durante as visitas e apostamos na webserie para facilitar o acesso às informações, desta forma, o público poderá conhecer mais sobre o trabalho dos cotonicultores e sobre a dedicação e investimentos da Monsanto no algodão brasileiro”, completou Érica Franco.
 
O combate às pragas e a capacitação de mão de obra foram dois desafios da cultura do algodão destacados por diversos produtores presentes na webserie. “Doenças, pragas e plantas daninhas estão entre os principais problemas que enfrentamos”, conta Douglas Mistura, do Mato Grosso. “É uma cultura que exige muito conhecimento, muitos profissionais dedicados e muita tecnologia”, afirmou o cotonicultor Wilson Horita, da Bahia. Ambos os produtores participaram da webserie Histórias de Fibra e relataram suas experiências com a primeira safra comercial do algodão Bollgard II Roundup Ready Flex, nova biotecnologia para algodão da Monsanto que é aliada do produtor no manejo de plantas daninhas e oferece proteção contra as principais pragas que atacam a cultura.
 
Para a cultura do algodão, até o ano passado a Monsanto disponibilizava a tecnologia Bollgard, que confere proteção contra o curuquerê do algodoeiro (Alabama argillacea), a lagarta rosada (Pectinophora gossypiella) e a lagarta da maçã (Heliothis virescens). Com a chegada da tecnologia Bollgard II RR Flex, a Monsanto fortalece a sua presença no mercado algodoeiro e amplia o espectro de proteção das lavouras. A nova tecnologia também confere proteção contra a lagarta  falsa medideira (Chrysodeixis includens),lagartas do complexo Spodoptera (Spodoptera spp.) e as lagartas da espiga ou da maçã (Helicoverpa spp.). A tecnologia Bollgard II Roundup Ready Flex é tolerante ainda ao herbicida glifosato, facilitando o controle e manejo de plantas daninhas.
 
“Todas essas características combinadas na tecnologia Bollgard II RR Flex oferecem ao produtor retorno econômico e sustentabilidade no negócio do algodão. Além disso, essa é melhor tecnologia disponível hoje no mercado para combater a lagarta Helicoverpa armigera”, afirma Eduardo Navarro, gerente de marketing de algodão da Monsanto.  A Helicoverpa armigera destacou-se como o principal desafio da última safra e os danos causados por essa lagarta chegaram a R$ 10 bilhões em todo país, de acordo com a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).

 

Agrolink com informações de assessoria