Em meio as discussões que envolvem a aplicação de sanções milionárias aos Estados Unidos em retaliação ao impasse dos subsídios norte-americanos ao algodão, uma comitiva ligada ao Programa de Desenvolvimento de Liderança na Agricultura da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos (Agricultural Leadership Development Programa of North Carolina State University) visitou nesta semana a Unidade Experimental do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), em Primavera do Leste, no Mato Grosso.

O grupo era integrado, em sua maioria, por produtores de algodão e grãos, membros de órgãos ambientais e de serviços de extensão da North Caroline State Universit e por um representante da empresa Monsanto. Aproximadamente, 40 norte-americanos estiveram presentes.

Após uma palestra institucional sobre o IMAmt, os norte-americanos percorreram os laboratórios onde conheceram a criação de insetos destinados à pesquisa (lagartas-praga, como Helicoverpa armigera e pulgão A. gossypii) e as técnicas moleculares utilizadas no programa de melhoramento do algodão.

Em seguida, o grupo também viu as armadilhas de feromônio utilizadas para monitorar lepidópteros em projeto financiado pelo Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), entre outros.

O Estado de Mato Grosso destinou 582 mil hectares para o cultivo do algodão na safra 2013/14. Aproximadamente 35% da área total já foi semanada. A produção no Estado deve ser superior a 834 mil toneladas.

 

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Autor: Lucas Rivas